domingo, 11 de maio de 2014

Político patriota vs Político não-patriota

No enncerramento da reunião de quadros da Frelimo, Armando Guebuza disse que haviam políticos patriotas e políticos não patriotas e cito:

quarta-feira, 17 de julho de 2013

SUSPENSO O DIRECTOR DA PIC, POR ROUBO NUM SUPERMERCADO

O comando provincial da Policia em Inhambane, sul de Mocambique, suspendeu o director da Polícia de Investigação Criminal, PIC, indiciado de furto num supermercado da cidade capital. 

segunda-feira, 10 de maio de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

Nacala-Porto: 272 milhões de dólares para um complexo turístico em Quissimajulo

Um mega-projecto turístico avaliado em 272 milhões de dólares norte-americanos, vai ser erguido na cidade de Nacala-Porto, província de Nampula, no que é considerado como mais uma iniciativa de grande impacto no desenvolvimento do norte de Moçambique.
O projecto compreenderá um hotel quatro estrelas, centro de campismo e de desporto náutico e salas de conferências, numa área de 75 hectares do bairro de Chivato, arredores de Nacala-Porto.
Detido por um grupo de investidores sul-africanos, o programa permitirá ainda transformar Chivato numa vila turística, com todas as condições de acolhimento, sobretudo na fase de pico do turismo de praia.
Neste momento, está a construir-se uma linha de transporte de energia de média tensão em Chivato, a partir do bairro de Quissimajulo.
A implementação deste projecto vai implicar a transferência de um total de 223 famílias para um outro local.
Chivato é reconhecido pelas suas belas praias, com ondas propícias à prática de Surf.
Um membro do governo do distrito de Nacala, é citado pelo jornal Notícias a dizer que a implementação projecto vai acompanhar a conversão da base militar de Nacala-Porto em aeroporto civil de nível internacional, que irá permitir a entrada de mais turistas idos de vários pontos do mundo, em particular da Europa, América e Ásia.

Fonte: Rádio Mocambique - 17.04.2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Concessionárias em risco de perder suas terras

A s autoridades governamentais do distrito de Monapo admitem a possibilidade de cancelamento das licenças em posse dos titulares de uso e aproveitamento da terra, que, neste momento, não estão a fazer a exploração daquele recurso sem motivos plausíveis.
Esta medida é tomada numa altura em que estudos levados a cabo pelas autoridades de Monapo há cerca de uma década indicam que a actual disponibilidade de terras aráveis naquele distrito está aquém da procura que se assiste visando a implantação de projectos agrários de grande envergadura.
Fernando Saide, administrador de Monapo, revelou que técnicos da área de geografia e cadastro desenvolvem, presentemente, um trabalho de levantamento das terras aráveis ao nível do distrito, cujo exercício vai culminar com o apuramento das parcelas que estão subaproveitadas. Terra está suspensa no distrito de Monapo, que tem uma superfície total de 3.581 quilómetros quadrados e acomoda uma população estimada em 273 mil habitantes, cuja maioria encontra a sua fonte de sobrevivência na agricultura. Aquele dirigente assegurou a existência de grandes porções de terra agricultáveis concessionadas a algumas companhias do sector do algodão e que não estão sendo exploradas.
Facto que se deve ao abandono da prática do chamado “ouro branco” por parte dos produtores do sector familiar em consequência da redução do preço de compra estabelecido pelos concessionários. Monapo é, ao nível da província de Nampula, considerado o maior produtor de algodão, sisal e milho, culturas que exigem temperaturas médias para o seu desenvolvimento normal e níveis de pluviosidade média de mil milímetros anuais que aquele distrito reúne por excelência. Recentemente foi implantado em Monapo um projecto de produção de banana com uma extensão de três mil hectares, que se vem juntar aos projectos de sisal em curso há várias décadas numa extensão de cinco mil hectares.
O sector familiar explora uma área estimada em 150 mil hectares para a produção de culturas alimentares, incluindo o algodão como fonte alternativa de rendimento. Fernando Saide referiu que o distrito está a enfrentar dificuldades para satisfazer a concessão de 30 mil hectares de terra para a produção de jatropha. Pois, até agora foram identificadas apenas 12 mil hectares dispersos.
A grande procura de terras em Monapo deve-se ao facto de serem aráveis na sua maioria, para além das condições de irrigação serem facilitadas pelos numerosos rios existentes, com destaque para o que deu nome ao distrito, Ampuesse, Natete, Mugica, Mussimela, Mecuco, Napai, Nicupa, entre outros com considerável caudal.

Fonte: Wamphula Fax in @ Verdade (24.02.2010)

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Moçambique exporta capim elefante para o Dubai

A província moçambicana de Manica, centro, vai exportar a partir deste ano capim elefante (Pennisetum purpureum) para o Dubai, escreve a agência Lusa, citando uma fonte oficial.
O capim elefante destina-se principalmente à alimentação de bovinos de leite e equinos, uma vez que o Dubai será um dos líderes na criação destes animais, referiu a fonte da Lusa.
António Vieira, sócio gerente da Vale of Macks, a firma do ramo agrário que deverá exportar o capim para o Dubai, disse que a empresa prevê exportar entre 30 a 150 toneladas de capim por ano para aquele país.
"Numa primeira fase prevemos exportar a semente e depois exportaremos o capim elefante em bruto para Dubai. O país (Emirados Árabes Unidos) está com défice de semente e Moçambique é a porta de esperança para fornecer o capim, e nós comprometemo-nos em faze-lo", disse António Vieira.
Desde a sua criação, em finais de 2006, a empresa tem estado a produzir para ter as reservas suficientes para a exportação.
O capim está a ser cultivado em simultâneo com a Macadâmía, usada para a indústria farmacêutica, de chocolate e de óleos de mesa, numa extensão de 560 hectares e num investimento inicial de 2, 2 milhões de dólares (1,6 milhões de euros).
"A empresa dedica-se à produção da Macadâmía, mas o capim-elefante é recomendado uma vez que optimiza o uso da água do solo, da energia solar e corrige a erosão. Então será uma produção rentável visto que não tem custo específico para a empresa", afirmou António Vieira.
O capim elefante, explicou, tem um alto potencial para uso como fonte alternativa de energia, porque permite obter carvão vegetal. No Brasil é já considerado como uma fonte alternativa de energia.

Fonte: Rádio Moçambique 19/02/2010